Catanduva, 18 de Maio de 2012

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Despertando atenções

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O Brasil tem uma das mais diversificadas matrizes energéticas do mundo, com expressiva participação da cana-de-açúcar como fonte renovável e sustentável. Requisitos que a cada dia atraem olhares para o modelo de produção dos derivados da cultura.
Recentemente, autoridades do governo de Xangai vieram conhecer o nosso sistema de fabricação de etanol. O município chinês quer aumentar o uso de energias renováveis, mas não possui terras suficientes para o cultivo. A China ocupa a terceira posição no ranking de países produtores de cana e usa o etanol apenas para fins industriais.
Outra boa notícia vem da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos. Um estudo demonstrou que os canaviais, comparados com outras culturas ou pastagens, reduzem mais a temperatura nas áreas onde estão localizados. Segundo os pesquisadores, isso se deve ao fato de a planta ter uma maior capacidade de refletir a luz do sol, deixando o ar mais úmido. Ainda de acordo com a pesquisa, as plantações de cana podem reduzir até 0,9 graus centígrados a temperatura de determinadas regiões.
Por trás deste interesse internacional estão as premissas que norteiam a cadeia produtiva do setor sucroenergético nacional. Já está comprovado que a cana-de-açúcar é considerada uma “esponja” natural, devido ao seu elevado poder de absorção de gás carbônico durante o ciclo de desenvolvimento.    
São comprovações como esta que motivam o desenvolvimento de novas tecnologias e a expansão do uso dos derivados da cana. Mais do que isso, os benefícios proporcionados pela cultura são incentivos para o crescimento planejado do setor sucroenergético, pautado nos compromissos com a sociedade e o meio ambiente.

Leila Alencar Monteiro de Souza
Diretora-presidente da Biocana
leila@biocana.com.br

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